A Mesa Apométrica Radiônica é uma poderosa ferramenta disponibilizada pela Egrégora do Comando de Santa Esmeralda criada para proporcionar um alívio espiritual e a eliminação das correntes que arrastamos por toda uma existência.

Solicite Atendimento

Como a prática com a mesa radiônica nos levou a integrar novas técnicas no Clarapaz

Desde o início do Clarapaz, nosso trabalho sempre teve um ponto central muito claro: escutar o campo do paciente com respeito, profundidade e responsabilidade.

A mesa radiônica foi — e continua sendo — uma ferramenta essencial nesse processo. Por meio dela, acessamos padrões energéticos profundos, muitas vezes inconscientes, que influenciam emoções, escolhas, relacionamentos e até a forma como a pessoa se percebe no mundo.

Mas foi justamente a prática constante com pacientes reais que nos trouxe uma pergunta inevitável:

“Como podemos tornar esse processo ainda mais claro, integrativo e consciente para quem está sendo atendido?”

Essa pergunta não surgiu da teoria.
Ela nasceu da escuta.

A mesa radiônica revela padrões — mas o paciente precisa compreendê-los

Ao longo dos atendimentos, percebemos algo muito importante:
a mesa radiônica é extremamente eficiente em identificar e tratar padrões, mas nem sempre o paciente consegue, sozinho, integrar racional e emocionalmente aquilo que está sendo trabalhado no campo energético.

Muitos pacientes sentiam alívio, leveza e mudança — mas também traziam questões como:

  • “Por que esse padrão se repete na minha vida?”

  • “Isso faz parte de quem eu sou ou é algo que posso transformar?”

  • “Como posso colaborar conscientemente com o tratamento?”

Essas perguntas não são resistência.
Elas são consciência despertando.

E consciência pede linguagem, contexto e integração.

A necessidade de integrar outras ferramentas

Foi nesse ponto que compreendemos algo fundamental:
nenhuma técnica, isoladamente, dá conta da complexidade humana.

A mesa radiônica atua no campo energético.
Mas o ser humano também é psique, símbolo, história, emoção e tempo.

Por isso, de forma orgânica — e nunca forçada — começamos a integrar outras abordagens que pudessem traduzir o que o campo mostrava, ajudando o paciente a compreender e participar ativamente do próprio processo.

Assim, o método Clarapaz foi se ampliando.

Numerologia e astrologia: estrutura e missão

A numerologia e a astrologia passaram a ser utilizadas não como rótulos, mas como mapas estruturais.

Elas nos ajudam a responder perguntas como:

  • Quais são os padrões centrais dessa pessoa?

  • Onde há potência natural e onde há tensão recorrente?

  • O que faz parte da estrutura do ser e o que é um padrão adquirido?

Isso trouxe algo muito importante:
clareza sem determinismo.

O paciente passa a entender que nem tudo é “problema”, e que muitos desafios são, na verdade, convites de desenvolvimento.


Arquétipos: quando o símbolo organiza a experiência

Ao integrar os arquétipos da psicologia junguiana, algo interessante aconteceu:
os pacientes começaram a reconhecer suas próprias histórias nos símbolos.

Arquétipos não explicam a vida — eles organizam a experiência.
Eles ajudam a dar nome ao que antes era apenas sensação difusa.

Com isso, o tratamento deixa de ser apenas “algo que está sendo feito” e passa a ser algo que está sendo compreendido.


Chakras, cristais e práticas: suporte, não promessa

Outro cuidado importante foi evitar excessos.

Chakras, cristais e práticas meditativas entraram no método não como soluções mágicas, mas como suporte ao processo de integração.

Eles ajudam o paciente a:

  • sustentar o trabalho energético

  • criar momentos de presença

  • fortalecer a percepção corporal e emocional

Sempre com uma premissa clara:
o protagonismo é do paciente, não da técnica.


O I Ching: não como oráculo, mas como espelho do momento

Talvez uma das integrações mais cuidadosas tenha sido o I Ching.

Optamos conscientemente por não utilizá-lo como oráculo ou instrumento de previsão.
Em vez disso, ele passou a ser usado como linguagem simbólica do momento atual.

A partir do diagnóstico energético da mesa, o hexagrama que mais representa aquele campo é associado ao relatório, ajudando o paciente a compreender:

  • qual é a qualidade do momento

  • qual postura interna favorece o processo

  • o que pede atenção e o que pede contenção

O I Ching, assim, não decide nada.
Ele ilumina o processo.


Um método vivo, construído na prática

Nada disso foi criado de uma vez.
O Método Clarapaz é resultado de escuta contínua, ajustes e responsabilidade terapêutica.

Cada integração surgiu porque:

  • o campo pedia

  • os pacientes pediam

  • o processo pedia

Hoje, o que oferecemos é um método que:

  • respeita a complexidade humana

  • integra energia, psique e consciência

  • não cria dependência

  • convida o paciente a caminhar junto


 

Caminhar com consciência é o verdadeiro tratamento

No Clarapaz, acreditamos que cura não é apagar a história, mas integrá-la.
Não é eliminar padrões à força, mas compreendê-los, ressignificá-los e transformá-los.

A mesa radiônica continua sendo uma base essencial.
Mas ela agora caminha ao lado de outras ferramentas que ampliam, explicam e sustentam o processo.

Porque quando o paciente compreende o que está sendo trabalhado,
o tratamento deixa de ser apenas energético —
ele se torna consciente, profundo e verdadeiro.