A Mesa Apométrica Radiônica é uma poderosa ferramenta disponibilizada pela Egrégora do Comando de Santa Esmeralda criada para proporcionar um alívio espiritual e a eliminação das correntes que arrastamos por toda uma existência.

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Como a prática com a mesa radiônica nos levou a integrar novas técnicas no Clarapaz

Desde o início do Clarapaz, nosso trabalho sempre teve um ponto central muito claro: escutar o campo do paciente com respeito, profundidade e responsabilidade.

A mesa radiônica foi — e continua sendo — uma ferramenta essencial nesse processo. Por meio dela, acessamos padrões energéticos profundos, muitas vezes inconscientes, que influenciam emoções, escolhas, relacionamentos e até a forma como a pessoa se percebe no mundo.

Mas foi justamente a prática constante com pacientes reais que nos trouxe uma pergunta inevitável:

“Como podemos tornar esse processo ainda mais claro, integrativo e consciente para quem está sendo atendido?”

Essa pergunta não surgiu da teoria.
Ela nasceu da escuta.

Ao longo dos séculos, os mestres Zen e outros sábios de diversas tradições espirituais têm utilizado histórias curtas e enigmáticas para transmitir verdades profundas sobre a busca pela iluminação. Essas histórias, muitas vezes repletas de ironias e paradoxos, apontam para a dificuldade de se alcançar a compreensão espiritual por meio de raciocínio lógico ou conceitos estruturados. Em vez disso, os mestres conduzem seus discípulos através de experiências e questionamentos que rompem com as limitações da mente racional, abrindo caminho para uma percepção mais direta e intuitiva da realidade.

Uma Nova Forma de Ler o Campo, a Alma e o Momento

Vivemos uma era curiosa: nunca se falou tanto sobre autoconhecimento — e, ao mesmo tempo, nunca houve tanta confusão sobre quem somos, para onde vamos e por que repetimos certos padrões como se estivéssemos presos a um roteiro invisível.

É justamente nesse ponto que abordagens simbólicas profundas voltam a ganhar força. Não como crença cega, mas como linguagem da psique, da alma e do campo energético.

Foi a partir dessa compreensão que nasceu uma ferramenta terapêutica integrativa, capaz de reunir arquétipos de Jung, astrologia e numerologia em uma leitura única, coerente e viva — não como sistemas isolados, mas como camadas de uma mesma realidade.

A Lei da Atração é uma das mais poderosas ferramentas disponíveis para moldar a realidade de acordo com os nossos desejos mais profundos. Baseada na premissa de que pensamentos se materializam em realidades, esta lei universal afirma que tudo o que emitimos ao universo — nossos pensamentos, sentimentos e crenças — retorna para nós na forma de experiências e circunstâncias.

Neste artigo, vamos explorar as nuances da Lei da Atração com profundidade, apresentando boas práticas, ferramentas que auxiliam sua aplicação e exemplos reais de pessoas que transformaram suas vidas utilizando esse conhecimento.

Desde os primórdios, o ser humano busca compreender a si mesmo por meio de símbolos. Muito antes da psicologia moderna, já intuíamos que a vida não se organiza apenas por acontecimentos externos, mas por padrões simbólicos que se repetem em histórias, emoções, escolhas e desafios.

É nesse território que arquétipos de Jung, numerologia, chakras, cores, cristais e práticas meditativas se encontram — não como crenças isoladas, mas como linguagens complementares de autoconhecimento e consciência.

A numerologia, uma ciência esotérica que conecta números a aspectos profundos da vida humana, tem suas raízes em tradições antigas, sendo associada a Pitágoras, o matemático e filósofo grego que acreditava no poder místico dos números. Outros nomes importantes que popularizaram e expandiram o estudo da numerologia incluem Chiro (William John Warner), conhecido por seu trabalho em quiromancia e numerologia no início do século XX, e L. Dow Balliett, autora e educadora americana que explorou a harmonia entre vibrações numéricas e espirituais.